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Após dois meses em baixa, produção industrial cresceu 7%

Foi a maior expansão da produção da indústria desde junho de 2018 (12,9%), mês de retomada da economia após a greve dos caminhoneiros! Em um período marcado pelas más notícias, medo e instabilidade de quase todos os setores de indústria e comércio do mundo, existe esperança! A produção industrial está crescendo e voltando ao normal, na medida do possível.

7% é muito maior que o imaginado para esse setor. Entenda!

Após as perdas recordes com a pandemia em abril, a produção da indústria nacional cresceu 7% em maio, na série com ajuste sazonal da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a maior alta da produção da indústria desde junho de 2018 (12,9%), mês de retomada da economia após a greve dos caminhoneiros.

A leitura da indústria de maio ficou acima da mediana das projeções de 34 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, de alta de 6,3% da produção em maio. O intervalo das estimativas variava de queda de 2% a elevação de 15,1%.

O resultado elimina, porém, uma parcela pequena das perdas provocadas pelas medidas de isolamento social nos meses de março (-9,2%, dado revisado de queda de 9%) e de abril (-18,8%, dado inalterado).

E em comparação a 2019?

Frente a maio de 2019, a produção industrial recuou 21,9%. Desta forma, passou a registrar queda de 11,2% no acumulado do ano e baixa de 5,4% em 12 meses. De abril para maio, a produção de bens duráveis cresceu 92,5% em maio. É um recorde na série histórica iniciada em 2002!

Em comparação ao mesmo mês de 2019, porém, a produção do segmento ainda mostrou forte queda, de 69,7%, o que evidencia a distância ainda a ser percorrida para eliminar as perdas provocadas pelas medidas de isolamento social durante a pandemia.

Já a produção de bens de capital, bastante sensível a ciclos econômicos, avançou 28,7% no mês em maio, recorde na série histórica. Ante um ano antes, essa categoria apresentou recuo de 39,4%. A categoria de bens de consumo semiduráveis e não duráveis, por sua vez, teve alta de 8,4% perante abril. Frente ao mesmo mês de 2019, a queda registrada foi de 19,3%, segundo os dados da pesquisa do IBGE.

A produção de bens de intermediários, a de maior peso na pesquisa, apresentou um aumento de 5,2% em maio, frente a abril, retirados os efeitos sazonais. Ante maio de 2019, a produção teve ainda forte recuo, de 14,6%.

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