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Economia brasileira cresceu 7,5% no terceiro trimestre, aponta monitor do PIB da FGV

Economia brasileira cresceu 75 no terceiro trimestre aponta monitor do PIB da FGV

Se for confirmado, crescimento não é suficiente para recuperar o nível de atividade econômica antes da pandemia de covid-19

O Monitor do PIB-FGV aponta crescimento de 7,5%, na atividade econômica no terceiro trimestre, em comparação ao segundo, e crescimento de 1,1% em setembro, em comparação a agosto, divulgou o FGV/Ibre nesta quinta-feira. Na comparação interanual, a economia teve queda de 4,4% no terceiro trimestre e de 2,3% em setembro.

“O forte crescimento de 7,5% da economia brasileira no 3º trimestre, reverte, em parte, a forte retração de 9,7% registrada no 2º trimestre deste ano, em função da chegada da pandemia de Covid-19 ao Brasil, a partir de março. No entanto, este crescimento não é suficiente para recuperar o nível de atividade econômica que ainda se encontra 5,0% abaixo do observado no 4º trimestre do ano passado”, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

Segundo ele, apesar da recuperação disseminada entre as atividades econômicas, nota-se que o setor de serviços ainda apresenta grande resistência à recuperação com grande influência das atividades de administração pública e de outros serviços. Mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento e pequena melhora marginal dos setores de alojamento, alimentação, serviços prestados às famílias, educação e saúde, pontua ele, o crescimento observado ainda é muito pouco em comparação à deterioração causada pela pandemia, observada nestes segmentos.

“A elevada incerteza quanto ao futuro da pandemia tem inibido a recuperação mais robusta do setor de serviços, que é a atividade mais relevante da economia brasileira”, diz Considera.

Exportação

A nota técnica aponta que a exportação de bens e serviços cresceu 1,7% no terceiro trimestre, em comparação ao terceiro trimestre de 2019. Os principais destaques positivos são o crescimento da exportação de produtos agropecuários (15,9%), da extrativa mineral (16,0%) e de bens de consumo (19,2%).

Os principais destaques negativos são as exportações de bens de capital e de serviços que seguem com ampliação das fortes retrações (-37,1% e -26,2%, respectivamente).O volume total exportado de bens e serviços recuou 6,1% em decorrência das retrações dos bens de capital, serviços e bens intermediários. O maior crescimento foi na exportação de bens de consumo (14,6%), devido ao consumo de não duráveis que cresceu 22,5%, em setembro.

Importação

A importação retraiu 24,4% no terceiro trimestre, em comparação ao mesmo trimestre de 2019, registrando queda em praticamente todos os seus componentes. Segundo a FGV, a única exceção é a importação de produtos agropecuários que cresceu 8,5%.

As fortes quedas de bens intermediários (-17,6%) e dos serviços (-32,2%) explicam a maior parte desta retração, embora os bens intermediários estejam com queda menor no terceiro trimestre que as registradas anteriormente enquanto a importação de serviços continua em desaceleração.

Todos os segmentos da importação apresentaram retração em setembro na comparação interanual, sendo o recuo da importação de bens de capital, dos produtos da extrativa mineral e o de serviços os mais expressivos.

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