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Economia terá queda menos drástica do que o planejado. Confira

Três meses depois de o Brasil ser atingido pela pandemia de coronavírus, as expectativas para o desempenho da economia neste ano pararam de piorar, convergindo para uma queda de 6,5%. Ainda há projeções mais pessimistas, mas a novidade é que alguns economistas começaram a falar em surpresas do lado positivo que podem aliviar um pouco a recessão! Notícias boas a caminho? É isso o que dizem alguns especialistas!

Daqui para frente as chances de boas notícias são maiores do que de más notícias, já que a previsão oficial do Produto Interno Bruto (PIB) é de estabilidade até retração de 6,4%. O tom esperançoso se sustenta em indicadores de alta frequência mais positivos divulgados recentemente e numa aposta de que os programas de transferência de renda do governo e de fomento de crédito farão a diferença na atividade.

Os argumentos estão longe do consenso: alguns economistas ouvidos dizem que o desemprego que será causado pela pandemia nos próximos meses vai provocar uma queda de renda mais forte do que os ganhos gerados pelos programas oficiais de renda e de crédito.

No começo da pandemia, o consenso entre os analistas econômicos era de um crescimento do PIB de 2% em 2020. Por causa da pandemia, em fins de maio, cerca de 10% dos analistas projetavam uma recessão de 8% a 10% e cerca de 5% previam queda de dois dígitos. Mais recentemente, o grau de dispersão das projeções, medida pelo desvio padrão, caiu em um terço. Ou seja, eles parecem mais coesos numa queda de 6,5% no PIB.

Uma mudança de avaliação de dados

Diante de um choque muito diferente dos anteriores, dados normalmente usados para medir o pulso da economia – como vendas do comércio e produção industrial – perderam protagonismo para uma nova safra de indicadores de mais alta frequência, como dados de mobilidade do Google, consumo de energia e vendas capturadas pelas maquininhas de cartões. Outro conjunto de dados confirma que as pessoas não estão saindo de casa apenas para comprar, mas também para produzir.

Toda ação tem suas consequências

Os erros na reação à pandemia – como a falta de coordenação no isolamento de Estados e municípios – resultaram na extensão das transferências de renda e no aumento do déficit primário, que terá seus reflexos negativos em 2021, ao elevar a incerteza quanto à sustentabilidade da dívida pública. É uma avaliação partilhada por José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, para quem o cenário é mais negativo para o PIB e para as contas públicas. A instituição prevê queda de 7,4% no PIB em 2020 e estabilidade em 2021.

Conte com a presença da Tubos Oliveira

A pandemia veio sem precedentes, algo que ninguém planejava, não é mesmo? E o trabalho da Tubos Oliveira se mantém nos bons e maus momentos e crises! Nosso estoque de tubos de aço está completo, esperando seu pedido para nutrir a economia do país! Conte conosco.

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