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Segundo pesquisas, o PIB segue em recaída e terá retorno fraco

Segundo pesquisas, o PIB segue em recaída e terá retorno fraco

Depois do recuo registrado pelo PIB de 1,5% no primeiro trimestre do ano, as perspectivas para a economia brasileira se mantém negativas. Os meses de abril a junho estão sendo o período de maior retração da atividade, atingida em cheio pelas medidas de isolamento, e a avaliação dominante é que a retomada posterior será lenta. O quadro caótico de combate à pandemia e a tensão política dificultam uma recuperação rápida. Para o ano, há várias projeções apontando para uma contração do PIB de 7% a 8%. Não só os efeitos mais longos da doença sobre a economia devem tornar lenta a recuperação no próximo ano, como também preocupa o horizonte para o ambiente político.

E a questão do isolamento social?

Dificilmente medidas de afastamento social serão completamente eliminadas no terceiro trimestre, o que reforça o risco de o cenário da pandemia ser pior do que se espera, avaliam os analistas. Para o PIB deste ano, os estudos esperam queda de 7,4%, mas a piora esperada para a formação bruta de capital fixo e para o consumo das famílias nos próximos trimestres pode levar esse número mais para baixo.

No primeiro trimestre, o consumo das famílias caiu 2% em relação ao trimestre anterior, feito o ajuste sazonal, a maior queda desde o terceiro trimestre de 2001, ano do apagão de energia elétrica. O investimento cresceu 3,1%, impulsionado pela importação de máquinas e equipamentos, mas a alta foi pontual. No ano, a expectativa é de queda superior a dois dígitos.

Para o setor de serviços, que já tombou 1,6% no primeiro trimestre, as perspectivas não são boas, dizem as pesquisas, ao citar o principal componente do PIB pelo lado da oferta. Ainda pelo lado da oferta, a indústria recuou 1,4%, enquanto a agropecuária avançou 0,6%.

De acordo com outros estudos, o resultado do PIB no primeiro trimestre confirmou a aposta do banco de que dois segmentos, o agronegócio e a administração pública, vão agir como amortecedores da recessão, ainda que sem forças para evitar o tombo na atividade. A agropecuária sustentou alta de 0,6%.

E o setor de aço?

A questão de queda na economia envolve todos os setores, porém, a indústria de aço é um dos pilares do país, e está envolvida em construções, maquinários e até mesmo na indústria automobilística. Dessa forma, apesar da economia estar em queda, a demanda de tubos de aço, por exemplo, se mantém forte.

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